A Renault anunciou, ontem, as saídas de Flavio Briatore, director-executivo, e de Pat Symonds, líder da equipa de engenheiros, na sequência das investigações ao estranho acidente de Nelsinho Piquet em Singapura, mas a equipa francesa deverá continuar a contar com os serviços do italiano.
A estratégia pode estar relacionada com a tentativa de atenuar um possível castigo e, por isso, Briatore deverá desaparecer dos circuitos Fórmula 1, mantendo, no entanto, o seu "reinado" em Enstone, fábrica da Renault. O dirigente explica, apenas, por que o seu abandono foi anunciado: "Estava apenas a poupar a equipa. É o meu dever. Esta é a razão por que abandonei".
Apesar das duas saídas, pelo menos oficialmente, a Renault não deve escapar a uma multa que ascenderá a 56,2 milhões de euros.
Por outro lado, Briatore garante que não pediu a Nelsinho Piquet para chocar contra o muro de Singapura, em 2008: "Nunca conversei com o Nelsinho. Nunca falei sobre colidir o carro e ele não veio e disse-me: 'Flavio, choquei com o monolugar, ganhaste a corrida, poderias renovar-me o contrato? Já sabes que, com um favor assim, deves renová-lo'".
Briatore deixa Renault mas mantém "controle"
17/09/2009
Etiquetas:
Desporto Automóvel



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